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Diário de U’kra – Segundo dia.
E eu achando que o dia anterior tinha sido ruim…
Dia XX
Eu e a Elfa acordamos cedo, na verdade ela acordou primeiro, quando eu acordei ela estava colhendo algumas ervas. Enquanto eu me organizava, perguntei a ela o que ela estava fazendo, então ela informou que era Herbalista. Antes de partir eu ateei fogo ao corpo do Orc decapitado que já fedia, para não atrair abutres e chamar a atenção de outros.
Preparei uma estaca em formato de cruz, preguei a cabeça do Orc na ponta da cruz, usei o sangue dele para desenhar meu novo símbolo inspirado em meu pai, e então amarrei o pano na estaca. Partimos rumo às montanhas. Eu acreditava que poderíamos encontrar muito monstros, ladrões e todo azar possível, mas ainda sim, seria melhor ir por lá do que por uma cidade de humanos ou anões, ainda mais que Merenwen estava fugida. Compartilhei com ela o que eu achava e isso só a preocupou.
Já na montanha, depois de muito tempo de escalada o caminho ficou bem difícil de subir com a montaria, o jeito foi descer e ir caminhando mesmo. Próximo do pico, pudemos ver ossos quebrados, caveiras ainda dentro de suas armaduras enferrujadas. A Neblina tomava conta do local. E elfa estava tensa, muito preocupada.
Aproximamos-nos com cautela, o ambiente era muito hostil e inóspito. As paredes do local iam afunilando formando um pequeno corredor com longos paredões de pedra. Teias de aranhas apareciam por toda parte, e o perigo era quase palpável. Dei algumas instruções de combate para a elfa para o caso de aparecer um ou mais inimigos.
Em dado momento, observei armadilhas pelo chão, então parei a elfa e as montarias e fui analisar o solo antes de dar cada passo. Os deuses me guiaram e eu estava indo bem, no meio do caminho um pequeno susto, pedras pequenas escorregaram lá de cima mas nada de grave aconteceu. Pedi que a elfa me acompanhasse e fosse pisando exatamente onde eu já havia pisado. Mais alguns passos e saímos ilesos das armadilhas. Nos afastamos dali e continuamos nossa caminhada, de longe dava para olhar pra trás por cima do nevoeiro e ver que havia uma grande Pedra aguardando uma pisada errada para nos esmagar lá em baixo. Foi tenso.
Mais à frente outro grande perigo nos aguardava. De longe avistamos alguém deitado no chão mas não pudemos identificar, continuamos andando e então tudo ficou claro. Era uma elfa deitada no chão e presa por diversas teias de aranha. Ao que parecia, ela já estava presa a uns dias e pareceu ter caído do alto, de alguma teia maior.A maga com espírito paladino correu ao encontro da elfa para ajudá-la enquanto fiquei analisando a situação.
Na verdade, nem deu
pra estudar a situação, centenas de aranhas de 30 a 50 centímetros, começaram a surgir de dentro dos buracos que haviam no alto das rochas, e mais e mais e mais aranhas não paravam de surgir. Lá no alto, uma Aranha gigante com quase 3 metros de altura surgiu babando em suas presas. É, não precisa analisar, temos que fugir!
Chamei Merenwen e em rápidas palavras, disse a ela que a única opção que tínhamos era fugir e se ela tentasse ficar para salvar a elfa, ela morreria. Bem, ela foi categórica em dizer que já tinha sua decisão e logo depois carregou o corpo da elfa.
Ok, Eu sou um Orc, não tenho sentimentos, eu ajo pela razão. Ficar e lutar era loucura, era morrer sem causa. Então eu deixei Merenwen e corri. Depois de uma corrida bem veloz saí do campo de perigo ficando distante, depois da névoa, mas enquanto corria, ouvi a explosão de poder de Merenwen e logo após, um grito e só. Então me abaixei e aguardei um tempo para ver o que ia acontecer por lá. Não queria ter deixado a elfa, juntos, formaríamos uma dupla de combate.
Alguns minutos depois, vi a silhueta de uma elfa andando meio cambaleante e com uma mão segurando o outro braço, quando se aproximou vi que não era Merewen e sim a elfa que havíamos encontrados. Antes debruçar-se no chão perto de mim, ela disse algo que eu não me recordo, mas devia estar pedindo ajuda, suponho. Eu não pude acreditar nisso, não pude entender e nem achar explicação, mas ao notar um brilho nos olhos dela, pude descobrir que ali não havia verdade e então minha alma se encheu de ódio. – “Maldita seja! Guarde minhas palavras, fique viva pois eu retornarei e você sentirá o gosto da minha lâmina e esse será a ultima coisa que sentirá pelo resto da eternidade!!!” eu falei isso e então desci o machadão brutal mirando a cabeça dela! Mas ai a desgraçada usou magia e como uma fumacinha esquivou-se do meu poderoso ataque.
Enquanto isso, do outro lado, nenhum sinal de Merenwen. Mas eu não queria ocupar minha mente com isso.
Já de pé, a “elfa” agora era um “poderosos Orc Xamã” com o mesmo brilho nos olhos, (como se eu respeitasse isso, mesmo que fosse, eu não ia baixar minha arma como “ele” estava ordenando). Intitulando-se o mais poderoso Xamã de Midgard, fui informado que passei por um teste, que havia falhado e que era pra eu largar meu machado imediatamente. (Nem que “ele” realmente fosse aquela porra toda eu não largaria! Meu próprio guia havia tentando tirar minha vida na noite seguinte, porque eu ia me submeter a esse ai?) Foi ai que lembrei do velho Orc Sábio da Tribo Narog, ele era Xamã, então lembrei de seus ensinamentos e descobri que na verdade se tratava de um Dopperganger Furtivo!
Imediatamente o disfarce caiu, e a criatura mostrou sua verdadeira face. Era hora do combate! <<<clique aqui para ouvir a Trilha Sonora do Combate>>>
Não esperei ela vim, eu fui primeiro! Ergui bem alto o machado e então lancei meu golpe sagrado. Certeiro! Ela sentiu que eu não estava intimidado! Em seguida levei um golpe poderoso, ela se movia facilmente ao meu redor e isso facilitava seus golpes. Senti então que não podia dar mole e levar outro golpe que poderia ser fatal.
Nossa batalha foi árdua e demorada, de igual pra igual. Ela usava seus melhores golpes e eu esquivava, depois eu também usei minhas melhores magias e ela esquivou. O combate ia e vinha, de um lado para o outro com bastante movimentação mas ninguém mais foi golpeado, nem eu e nem ela. Então aproveitei para usar minhas magias e me curar. Em momento algum eu me senti intimidado, ao contrario, a cada golpe que era desferido eu sentia o sabor da vitória se aproximando, queria me regozijar cravando meu machado no meio de seu crânio. Foi então que de repente ela apareceu, Merewen, me surpreendendo. Ela gritou pedindo que eu me abaixasse e assim eu fiz, então ela usou seu poder mágico e lançou um ataque de gelo vindo do céu que bloqueou os movimentos da Dopperganger em seguida conjurou uma bola de fogo imensa do céu que desceu como uma punição divina e consumiu toda a existência da humanóide.
Por fim, o fogo continuou ali consumindo-se até apagar lentamente. Merenwen aproximou-se de mim e disse que não precisava agradecer. Eu me manti calado e ambos caminhamos mais um pouco até acharmos um ponto seguro para acampar e dormir o restante da noite. Ainda não combinados quem vai guardar o primeiro turno, e eu estou intrigado com a quantidade de poder que Merenwen tem.
Enfim, terminei de montar a barraca aqui, ela está fazendo uma pequena fogueira ali fora, então finalizo meu dia aqui.
Dias piores virão! Força e Honra à todos os verdadeiros Guerreiros de Rune Midgard!
Diário de U’kra – dia XX
Este dia mudou toda a minha vida. Logo bem cedo meu pai esteve em meus aposentos e me acordou, (me acordou o caralho, me chutou da cama, deu vontade de gritar véicornopaumolebaitola) com os sentidos bagunçados demorei um pouco e então o vi arqueado sobre o feixe de luz que entrava pela janela. De longe somente sua silhueta ja indicava que algo não estava certo. Seu semblante havia algo jamais visto antes, Tristeza. Não pude acreditar, nunca o tinha visto assim antes. Geralmente nossas tristezas são coisas como perder uma batalha, talvez. Mas imediatamente perguntei o que havia acontecido e prontamente ele respondeu que era pra eu arrumar minhas coisas que hoje eu partiria. Puta que pariu, essa foi foda.
Confesso que fiquei estarrecido com o que ele havia falado, mas ao olhar que na mão esquerda dele havia uma carta selada e carimbada pelo alto escalão de Orgrimmar, me fez entender o que se passava. Provavelmente fui convocado pelo comando geral para compor alguma frente de batalha. Que honra!!! Mas meu pai não está preparado para se separar de mim.
Assim que meu pai deixou meus aposentos, me aprontei e saí. Já do lado de fora, dava pra ver que por toda Narache os Orc’s estavam indo e vindo dispersos e sem rumo. Então descobri que havia a presença de 3 Orc’s de outra cidade e isto estava causando um tumulto e tirando a ordem da cidade.
Fui direto à sala do meu pai e lá estavam os três. Os Orcs falaram tanta coisa que eu nem lembro bem, eu estava mais preocupado com meu pai. Mas o que eu entendi é que dois ficariam em Narache e o outro me levaria ao meu destino.
Do lado de fora, meu pai me alertou que minhas conquistas haviam chamado à atenção demais, meu envolvimento com a elfa me levou à ruína, que no caminho me tentariam me matar(putz, aconteceu tudo do jeito que ele disse). Meu pai tava muito triste, mas aquilo era novidade pra mim, dava pra perceber o quanto ele tinha vontade de dizer a mim tudo que seu coração sentia, mas isso é muito difícil para nossa gente.
Os grandalhões de Orgrimmar disseram que partiríamos ao cair da noite. Então meu pai me convocou para dar-mos uma volta montados em nossos lobos próximos à floresta de Elwynn. Conversamos bastante, ele me alertou sobre várias coisas, mas eu senti que ele sabia que eu venceria a provação. No meio do caminho, Merenwen apareceu em sua montaria, meu pai percebeu que nós dois também precisaríamos nos despedir, então ele retornou e disse que me aguardaria na entrada de Narache.
Merenwen havia ido se despedir de mim. Muito estranho esse apego que a elfa tem por mim que sou um Orc, um ser bruto e burro. (Mas eu gosto disso!) e ela, fina, cheia de palavras bonitas e inteligente (e com uma orelha filha da puta de grande!!! Ahahaha! Eles acham bonito isso?). Bem, ela disse que o alto conselho havia o designado para um campo de batalha estranho, do qual ela não se encaixaria por ser uma Maga, mas que ela estaria indo com orgulho pois isso era a vontade do conselho dela.
Imediatamente eu estranhei essa decisão e lembrei que meu pai havia dito que nosso envolvimento era nossa ruína, então a ficha caiu. Ambos estão nos mandando para a morte por ter criado o caos em meio à ordem. Ok, isso sim é foda!
Eu tentei de uma forma bem discreta alertá-la sobre isso, dentro do que o meu pobre vocabulário me permite falar, (se bem que eu penso melhor do que falo, mas beleza.) mas ela não aceitou minhas palavras e disse que os elfos não são como humanos. Então ta, quem sou eu pra dizer o contrario sobre os orelhudos. Então eu desejei a ela muita Força e Honra e que suas magias nunca perdessem o brilho( O.O ) (é, era que suas laminas nunca perdesse o fio, ela é maga, pow. Vou dizer o que? Que sua varinha nunca perca a mira? pooorra) e também disse que para o nosso bem, seria melhor que nunca mais nos víssemos, (mas bixo eu tou ligado que essa elfa é tarada por um Orc.). Depois disso antes de partir, ela ainda me disse alguma coisa sobre a aldeia de Prata mas eu nem lembro o que foi. (quando ela acordar aqui eu pergunto pra ela o que foi mesmo… É ela ta aqui do meu lado EEERRRR, ela curte um cajado de Orc, num to dizendo?!)
De volta a narache, vi logo que os Orc de Orgrimmar estavam odiando as construções com arquitetura élfica, não era totalmente élfica mas tinha a mão deles lá. A verdade é que isso nunca foi bom porque eles acabaram conhecendo muito sobre nosso território, e nunca, nunca mesmo confie plenamente nos outros, principalmente em outras raças.
Troquei mais algumas palavras com meu velho, ele acha que quando eu retornar à Narache, ele já estará morto, mas eu vou surpreendê-lo e retornar para um ultimo abraço antes de sua partida para o novo mundo. Meu pai vai continuar no comando de Narache, mas o Orc que vai ficar por lá estará a frente.
Quando finalmente deixei Narache, uma angustia me abraçou, eu gosto de Narache gostava da minha vida, apesar de estar o tempo todo em outros lugares em missões. Tudo a partir de então seria novo, eu não tinha certeza de nada, não tinha um teto seguro, não tinha a certeza do meu alimento, não tinha a quem recorrer para pedir um conselho, não ha quem confiar minhas palavras, Mas eu sabia que estava preparado e que venceria e já comecei vencendo.
O Orc que tinha a missão de me levar ao destino era um Orc rebaixado de seu posto com Status mais baixo que o meu até, e aquela missão era ridícula pra ele. Mas e ai? Foda-se to nem ai pro que ele acha! O Otário já foi me esculachando e dizendo que eu era um lixo e que não tava nem ai pra mim (como se eu tivesse ai pra ele) e que não ia me esperar ou me salvar de qualquer coisa(te fode bem ai caralho!). O máximo que eu disse foi pra ele calar a boca e andar e concluir a missão dele!! Pronto, ele sentiu logo o veneno dele.
Ai a gente montado em nossos lobos e talz, saquei alguém seguindo a gente, putz, pensei “vou falar pra esse babaca ou deixar ele se fuder? Aff, tenho que falar porque sem ele eu não chego ao meu destino”. Então foi o jeito contar, mas ele pareceu não estar nem ai, disse que era pra gente ir andando que iríamos dormir na encosta da montanha aldeia de prata. Beleza, eu fiquei atento mas o que quer que estivesse atrás de nós não nos atacou e nem tentou.
Quando chegamos à uma das fissuras da montanha, entramos e ficamos atrás de uns arbustos, amarramos os lobos num tronco, o Orc disse que iria dormir no primeiro turno e depois eu dormiria, beleza! Fiquei vigiando, quando de repente, o maldito vulto apareceu espreitando e avançando de John em John, ou digo, de moita em moita. Droga, a sonolência tirou meus reflexos e eu fui pego de surpresa, mas ainda bem que não era um ataque, era a maldita elfa de novo atrás de mim.
Ela disse que deu ouvidos ao que eu disse e que descobriu mais algumas coisas e viu que estava sendo manda à morte, e que não poderia ir. Ai eu pensei “Ah beleza, uma renegada elfa, só vai demorar mais a morrer se escondendo”. Mas ai a orelhuda disse que precisaria ir a um lugar chamado Hyjal, eu acho, disse que lá estaria segura e então pediu pra ir comigo e com o outro Orc. (uma pausa) “Porque eu não deixei essa maldita elfa sem noção naquela maldita gaiola naquele maldito ritual????” Claro que eu não disse isso, só pensei. Ela só poderia estar brincando mesmo, eu vetei logo e disse que o Orc não toleraria qualquer tipo de contato com ela e que eu não poderia ir contra minha própria raça para salvá-la, então era melhor ela ir embora e guardar as melhores lembranças de mim. Mas mesmo assim a sábia elfa de milhões de anos de vida disse que ela poderia tentar convencer o Orc. “tu ta loooooooooooooca, orelhuda????” devia ter dito isso, mas o Orc ia acordar. Como pode ela pensar isso? Que ia convencer o Orc??? Então não permiti isso porque não queria que ela morresse, (eu, Orc não querendo que uma elfa morra, aff… só falta ela tirar meu verde e botar um rosa) por tanto eu disse a Merenwen que o melhor a se fazer era continuar nos espreitando de longe e aproveitar o caminho que iríamos fazer e nos acompanhar de bem longe até próximo a hyjal. Ela pensou e viu que era realmente o melhor, então aceitou e pegou o beco dela. Finalmente eu voltei ao meu posto e o Orc não acordou pra vê-la.
Algum tempo depois, o Orc acordou e disse pra nós trocarmos de turno, ótimo!, pensei. Eu fui deitar, agarrei meu machado com as duas mãos e pus no peito. Fiquei meio sonoleto mas não estava relaxado para dormir. Eu não tava preocupado com ele ver a elfa e matá-la. Ta, eu não quero que a elfa morra, mas eu tava preocupado era com ELE tentar me matar, e foi exatamente o que aconteceu, da forma como meu pai me alertou.
Foi só o sono me roubar um tiquinho que o Orc filho duma Ogra botou o pezão em cima das minhas mãos que seguravam meu machado sobre meu peito (ou seja, fiquei numa posição idiota que eu tava achando massa, mas que o Orc pode me prender total só com um pé sobre mim, que beleza ¬¬) e já foi descendo o machado dele na minha fuça. Pronto, era uma vez o U’kra, mas ai (como uma explosão de mil sóis ‘novesfora’ só uns dois mesmo), uma magia arcana atingiu o Orc por trás impedindo que ele partisse minha cara. Mais uma vez a elfa me salvava. Ela terminou de lançar o primeiro e já mandou o segundo. Quando o Orc viu que não daria tempo nem de esquivar, ele lançou de longe o machado na direção dela.
A magia acertou ele, arremessando-o longe assim como o machado acertou a elfa atirando-a ao chão. Bixo, a ira encheu meu corpo e eu levantei cheio de ódio, meti o pezão na cara dele no chão e encostei o machado no pescoço dele (é depois que ele ta quase morto, eu sou o brabão né?)e perguntei logo quem tinha mandado ele me matar, daí ele disse que ninguém havia mandado ele me matar, só que a forma mais rápida dele recuperar todo o status dele seria matando um outro guerreiro. Então eu amaldiçoei sua alma e disse que quem haveria de receber aquele status seria eu, daí desci o machado e decaptei o Orc.
Corri lá na elfa que quase teve o braço decepado(mas antes catei os bolsos do Orc KKKK, tinhas umas moedinhas de ouro, “ladrão fuleraaagi” e o mapa de Loch Maden,), ajudei a estancar o sangue e depois fiz um torniquete. Peguei algumas ervas e joguei na ferida, depois usei meus poderes de paladino pra reparar o dano interno. Depois peguei seu corpo esguio e levei ela nos meus braços até onde eu estava dormindo, arrumei lá um cantinho pra gente terminar de passar a noite.
Então, to aqui com ela, ela ta encostada na minha perna e parece ter pego no sono enquanto isso eu aproveitei pra escrever. Acho que enquanto meu sangue não for derramado, nosso destino estará ligado pelos dias vindouros…
Como eu havia dito no início, este dia mudou toda minha vida. Dia difícil…
***
De repente, me vi gordão, sem armaduras e sem as armas, só de tanguinha floral e um raibam elfico deitado numa rede na beira de uma praia, Merenwen só de biquine deitada em cima de mim na rede, me dando beijinhos. Na minha esquerda, um monte de ORCzinho do orelhão brincando de Harry Potter, na direita, um monte de Elfinho verde do dentão brincando de quebrar rocha com o punho. eu fiquei desesperado com falta de ar e gritei NÃÃÃÃÃÃÃOOO…
de repente eu acordei, estava na encosta da montanha da Aldeia de prata, o corpo do Orc morto continuava ali e a elfa estava em cima de mim, completamente nua acariciando todo meu corpo, dando beijinhos e com uma mão no meu “machado”. Mais uma vez eu gritei NÃÃÃÃÃÃÃÃOOO….
De repente, eu acordei, estava na encosta da montanha da Aldeia de prata, o corpo do Orc morto continuava ali e a elfa estava deitada e dormindo com a cabeça encostada na minha perna, meu “machado” tava normal, só um canivetezinho.
“Um sonho dentro do outro… isso é coisa de elfo. Ogra que pariu! Tenso”
voltei a dormir..
O Drop está a merceies do Narrador assim como a Gramática está a Merceies de Thassio.
Viu aquele raciocínio de 2 + 2 é 4? alguém falou aquela merda ?
Então Doutores, esta categoria é destinada às pérolas. Você tem uma pérola? Conte-nos.

